A decisão foi tomada na noite dessa terça-feira (27/6), após júri popular realizado na 5ª Vara Criminal do Fórum Gumercindo Bessa, em Aracaju (SE).
Ainda de acordo com a decisão, o réu deve perder o cargo e os direitos como agente público militar.
O advogado de defesa, Saulo Lima, disse que o militar agiu em legítima defesa, já que houve uma intensa troca de tiros entre os envolvidos, e que vai recorrer da decisão.
ENTENDA O CASO
O policial civil Wilson Oliveira, de 51 anos, foi baleado pelo militar no dia 29 de setembro de 2017 e morreu nas proximidades da Praça Fausto Cardoso, na capital.
No Boletim de Ocorrência, o policial militar relatou que estava na companhia da namorada quando ela foi interceptada pelo policial civil, que chegou a tocar no braço dela. O PM questionou a atitude do homem, que sacou uma arma de fogo.
O militar diz que se escondeu atrás de uma árvore para se proteger, mas o policial civil atirou na direção dele, e houve uma intensa troca de tiros entre ambos.
À época do crime, ele chegou a ser preso, mas passou a responder em liberdade após dois meses.
✏️ G1