“Graças a Deus! Isso já devia ter acontecido, eles já deviam ter sido demitidos há muito tempo. É uma coisa que não vai trazer o meu irmão de volta, mas deixa a gente mais aliviado”, disse Damarise Santos, irmã de Genivaldo.
Ainda de acordo com ela, a família aguarda a marcação do julgamento na esfera criminal e espera a condenação dos envolvidos. “Desde que aconteceu a tragédia, a gente não tem mais sossego, a vida mudou completamente, minha mãe tem mais vida, a dor é grande, o sofrimento é muito grande, queremos que eles respondam pelo que fizeram", completou.
A viúva de Genivaldo, Maria Fabiana Santos, também falou sobre o assunto. "A gente se conforta em saber que a instituição não está dando apoio ao que esses policiais fizeram. Aos pouquinhos a Justiça vai ser feita”, disse.
JULGAMENTO AINDA NÃO TEM DATA PARA ACONTECER
Um pouco mais de um ano após da morte da vítima, o julgamento dos agentes William de Barros Noia, Kleber Nascimento Freitas e Paulo Rodolpho Lima Nascimento, envolvidos na ação, ainda não tem data para acontecer. A Justiça Federal de Sergipe determinou que eles sejam submetidos à júri popular, o que é questionado pelas defesas.
✏️ G1

